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God Of War: A saga do Fantasma de Esparta

Perseguido pelo passado, movido pela vingança, um game simplesmente brutal, a origem de Kratos e de toda a história de GOW será contada a partir de agora.

A PROFECIA E O NASCIMENTO – Como toda boa história, essa que eu irei contar começa com uma profecia. Segundo a mitologia grega, a Terra era governada pelo deus Urano (a personificação do céu ) até que o seu filho Cronos (Titã do Tempo), o destronou e recebeu uma profecia de seu pai dizendo que o mesmo aconteceria com ele e um dos seus filhos. Foi assim que Zeus chegou à soberania do Monte Olimpo, derrotando seu pai Cronos durante a Titanomaquia – Guerra dos Titãs contra os deuses que durou 100 anos – fazendo-se cumprir a antiga profecia de Urano.
Após assumir o trono dos deuses, o tempo passou e Zeus teve uma relação de amor e traição com uma mortal que acabou gerando uma criança. Assim como ocorreu com seus antepassados, Zeus teve medo da profecia proferida por Urano recair sobre ele também, ele mandou que a mulher se livrasse da criança, ameaçando-a de morte. O bebê foi deixado em uma estrada e um guerreiro espartano que por ali passava acabou encontrando-o, e o levou para o treinamento de órfãos do exército de Esparta.
A criança cresceu e começou a se destacar das demais no quesito força e coragem, recebendo então o nome de Kratos, em homenagem ao Deus Kratos (personificação da força e do poder).
ASCENSÃO E FÚRIA – Os guerreiros espartanos eram treinados para serem verdadeiras máquinas de matar, desligados quase que completamente de seus passados, eles se dedicavam a uma única causa: a guerra. Kratos sempre foi um excelente soldado espartano, muito dedicado a seu serviço – no caso, dilacerar os inimigos de forma brutal e sem piedade – e alcançou considerável respeito com o passar dos anos. Uma de suas perícias mais notáveis era a habilidade com a qual conseguia manejar qualquer arma de forma eficiente e destruidora. Foram inúmeras as batalhas nas quais esteve envolvido, e milhares de soldados caíram aos seus pés, isso levou Kratos à importante posição de general do exército espartano.
“Quanto a Kratos, nenhuma espada ou escudo irá beneficiar o novo servo do Deus da Guerra. Apenas a Blade Of Chaos, forjada nas profundezas do Hades. Uma vez ligados, as correntes da espada permanecerão presas em sua pele, queimando sua carne, para lembrar 
constantemente Kratos de sua dívida. Gaia (deusa da Terra)”.


O PACTO COM ARES – Kratos nunca havia sentido o sabor amargo da derrota até enfrentar o Rei dos Bárbaros e seu exército. Foi uma batalha sanguinária e desproporcional – o exército bárbaro estava com um número muito maior de soldados – onde Kratos e viu seus homens caírem um a um e pela primeira vez teve medo de perder. Um guerreiro obstinado, líder de um dos exércitos mais disciplinados e competentes que já marchou sobre essa terra: para Kratos perder não era uma questão de virar as costas para o fato e prosseguir com a vida. Não existia derrota para um guerreiro espartano, só existia a morte. E na esperança de obter uma última chance de vitória, o espartano clamou por Ares, o deus da guerra, e este veio até ele.
Em troca da vitória, Ares propôs que Kratos lhe servisse a seus propósitos, independente de quais eles fossem e o espartano aceitou. Assim Kratos fez seu pacto com Ares e deixou de servir ao exército de Esparta para então trabalhar nos interesses do deus. Nesse momento, Kratos adquire a famosa Blade Of Chaos ( Lâminas do Caos ) o tipo de arma que será sua assinatura de morte por toda a saga. Ela consiste em duas lâminas curvas flamejantes ligadas aos seus braços através de correntes, podendo ser usadas tanto para ataques de proximidade quanto a longa distância.


                TRAIÇÃO DIVINA – Como escravo de Ares, Kratos se tornou ainda mais sanguinário e brutal. Com suas conquistas, Ares passou a aumentar suas ambições e propósitos através de Kratos, desejando torná-lo um guerreiro invencível e ter seu maior troféu como deus. Mas havia algo que impedia Kratos de se dedicar totalmente ao seu senhor: a esposa e a filha. Alimentado pelo desejo de poder, o deus da guerra armou uma emboscada para Kratos. Ares escalou o espartano para uma missão em uma aldeia próxima a Atenas: investigar e destruir uma possível ameaça contra a cidade sagrada. O local indicado por Ares era um Templo dedicado a deusa Atena; ao chegar lá. O oráculo do templo advertiu Kratos que pagaria caro por sua imprudência. Mas tomado pela fúria, ele invade o templo e assassina todos que estavam lá dentro sem piedade, derramando sangue das vítimas inocentes e que lhe perseguiriam sua mente pelo resto da vida. Entre os corpos estavam os de sua esposa e da filha.

O FANTASMA DE ESPARTA – O deus da guerra esperava ter toda a atenção de Kratos após a morte de sua esposa e filha, mas não imaginava o quanto o espartano amava seus entes e ficaria perturbado pelos seus atos.
Desolado, Kratos queima os corpos de sua mulher e filha, e o Oráculo que o havia advertido joga as cinzas sobre o corpo do espartano, como maldição pelo crime que cometera. Sua cor fica impregnada na pele dando-lhe a aparência de um morto, um fantasma: o fantasma de Esparta.
Com o coração movido pelo desejo de vingança, os próximos eventos em sua vida despertam um ódio imenso no guerreiro, tudo o que ele quer é poder deitar a cabeça no travesseiro e não ter o terrível passado lhe atormentando em sonhos. Ele pede então aos deuses que lhe concedam essa dádiva do esquecimento, mas para isso ele teria de servi-los para as mais diversas tarefas durante 10 anos.







GOD OF WAR: O Início da saga de Kratos

Lançado em 22 de março de 2005 pela divisão de Santa Mônica da Sony Computer Entertainment, GOW foi sucesso absoluto na plataforma PS2, sendo colocado entre os 10 melhores jogos já lançados para o console. A ação guiada e as batalhas sanguinárias que levam o jogador para dentro do combate com aproximações de câmera e minigames para derrotar inimigos fizeram do game um verdadeiro clássico.
PERSEGUIDO PELO PASSADO – Kratos vive assombrado pelos fantasmas do passado e num recente evento, após derrotar a Hidra (monstro marinho da mitologia grega) em uma das suas tarefas para os deuses, ele presencia uma chacina brutal de mulheres em um navio. Naquele  instante ele teve uma visão do que ocorreu em seu próprio passado, a morte de sua mulher e filha. As lembranças que o perseguem em constantes pesadelos mesmo após 10 anos de trabalhos ele decide, por fim, cobrar aos deuses de seu acordo. Ao falar com Atena, ela pede pra que ele se acalme e tenha paciência; como última tarefa, pede ao espartano que derrote Ares, o Deus de guerra e o seu senhor. Atena alega que Ares estava farto do progresso e soberania de sua cidade (Atenas), e apesar das desavenças entre os dois, eles não poderiam se enfrentar, pois Zeus decretou que nenhum deus deveria enfrentar o outro. Sendo assim, Ares só podia ser derrotado pelas mãos de um humano. Kratos aceita a tarefa e vê nela uma oportunidade de se vingar de Ares pelo que ele lhe obrigou a fazer no passado. A trama se desenvolve com o personagem correndo através de cenários mitológicos, cumprindo missões, desvendando enigmas e enfrentando seres, como ciclopes, medusas e harpias, tudo para encontrar a Caixa de Pandora, o único objeto capaz de conceder poder a um mortal destruir um deus.
O DESFECHO(SPOILER) – Após abrir a Caixa de Pandora e derrotar Ares, Kratos cobra mais uma vez a Atena de seu trato.  Todas as tarefas foram cumpridas e ele quer poder esquecer seu passado. A deusa diz que os deuses lhe perdoam de todos os seus assassinatos, mas que nem o poder deles seria capaz de apagar todas as crueldades com a que Kratos agiu. Sendo assim, o espartano  só vê uma solução para seu problema: a morte. Ele sobe o Monte Olimpo à beira do Mar Egeu e salta para se suicidar e finalizar seu sofrimento. Porém, antes de morrer, o deuses o resgatam e levam-no novamente ao topo do monte. Eles não poderiam deixá-lo morrer  daquela forma, não após tudo o que ele tenha feito para redimir seus erros. Como consolação (e pela vaga estar aberta) eles decidem então transformar Kratos no novo deus da guerra.
GOD OF WAR II – DESAFIANDO O REI DOS DEUSES
“Eu lhe ofereço mais que ajuda Kratos. Eu lhe ofereço poder! Eu lhe ofereço a Blade Of Olympus, a lâmina que pôs fim à Grande Guerra e derrotou os Titãs. Drene seus poderes divinos para a espada Kratos. Só assim você conhecerá todo o seu potencial! (Zeus)”

                                 
A continuação do grande sucesso de GOW chegou às lojas no dia 13 de março de 2007. Foi aclamada desde seu lançamento, conseguindo ótimas notas da crítica especializada e trouxe aos fãs tudo que eles esperavam: uma continuação sanguinária, melhorada  e com desafios mais difíceis. Desde a parte gráfica do game, passando pela jogabilidade, movimentação dos personagens, até a trilha sonora, tudo foi aprimorado. Os movimentos da câmera mais precisa e os minigames e quebra-cabeças mais  complexos. Com relação ao enredo, há quem prefira o primeiro título, mas GOW II veio para tornar a franquia uma das mais valorizadas da plataforma OS.
O NOVO DEUS DA GUERRA – Continuando a sequência do primeiro episódio, Kratos entra par a o Panteão de deuses como o novo deus da guerra. Mas não demorou muito tempo para que os outros deuses passassem a considerar mais a sua origem inferior do que seus feitos no passado. De fato, Kratos era totalmente imparcial quando se tratava de seu povo – os espartanos recebiam incentivo divino quando o assunto era guerra – além de sua conduta ofensiva e indisciplinada contra outros deuses. Isso certamente despertou a ira de Zeus que começou a planejar a queda do deus da guerra.
Esparta entra em mais uma guerra e Kratos parte para apoiar seu povo, porém os deuses enviam o Colosso de Rodes para interferir na ação dos espartanos. Para simular uma ajuda, Zeus envia a espada Blade Of Olympus como se quisesse “colaborar” com Kratos, quando na verdade a espada sugaria seu poder divino, deixando-o vulnerável. Sem os poderes divinos, Zeus enfrenta o fantasma espartano e lhe fere mortalmente enviando-o para o Tártaro. Porém no caminho Kratos encontra a Titã Gaia (Mãe Terra) que lhe cura e lhe trás de volta a vida. Movido pela sede de vingança, o mais novo inimigo de Kratos é ninguém menos que o rei dos deuses, Zeus, e destruí-lo não será tão fácil. A única maneira é encontrar as três irmãs Moiras, que tem o poder de controlar tudo, inclusive o destino dos deuses. A jornada em GOW II segue então esse rumo, mas dessa vez o espartano não está sozinho, ele contará com a ajuda dos Titãs, entre ele Atlas, Gaia, Cronos e Tifão, além de outros personagens da mitologia que dão as caras no game e emprestam seus poderes ao guerreiro. Entre eles Prometeu, Ícaro e Euryale, a irmã da Medusa.
O DESFECHO (SPOILERS) – Kratos volta no tempo para o momento exato da batalha com Zeus e, recuperando a Blade Of Olympus, tenta matar o deus ferindo-o mortalmente, infelizmente um de seus golpes atinge Atena e antes de morrer ela revela que Zeus é seu pai (“Luke! He´s your father”) e que os deuses nunca aceitariam a derrota do rei dos deuses. Indignado, Kratos compra uma batalha contra o Monte Olimpo e todos os deuses.
Para vencer essa batalha de deuses, o espartano volta ao passado mais uma vez, durante a Guerra dos Titãs (Titanomaquia), e diz a Gaia que eles só poderão vencer essa batalha contra Zeus no futuro. Kratos decide levar os Titãs do passado para o futuro onde Zeus está enfraquecido. Do outro lado, Zeus decide que é hora de deixar as diferenças de lado e unir os deuses mais poderosos contra a ameaça do fantasma de Esparta. No momento em que a reunião ocorria, o Monte Olimpo começa a tremer e quando os deuses vão verificar o que se passa, vêem Kratos com a Blade Of Olympus e os Titãs escalando o monte.
A profecia irão se cumprir? O mistério paira no ar, e finalmente a frase “O fim começa...” e encerra o game.

GUERRA CONTRA OS DEUSES! – GOD OF WAR III
O DESFECHO SANGUINÁRIO DE UMA TRILOGIA ÉPICA
“Se todo o Olimpo não aceita minha vingança, então todo o Olimpo irá morrer! Eu tenho vivido na sombra dos deuses por muito tempo, e esse tempo está chegando ao seu fim. (Kratos durante a luta contra Zeus).”
                                                                                                                                                                               Emergindo das profundezas do Tártaro com o exército dos Titãs, o deus da guerra está de volta, a fala do fantasma de Esparta no final de GOW III deixa bem claro o que vem pela frente no terceiro título da franquia. Senhoras e senhores preparem-se para um espetáculo visual onde a força e a vingança se fundem sob um único nome: Kratos!
Com gráficos potencialmente aprimorados e novos elementos de jogabilidade agregados, a chegada de Kratos no PS3, não poderia deixar de ser digna dos deuses. Nisso a Sony Computer Entertainment está de parabéns, afinal toda a expectativa criada em torno do título antes de seu lançamento não foi em vão. É importante citar aqui que uma atenção especial da Sony certamente foi dada a GOW III, o “jogo mais esperado de 2010” e a “exclusividade” para a plataforma fazem do game um dos títulos mais importantes já lançados para o console até o momento.
ABENÇOADO POR AFRODITE – A deusa da beleza poderia até estar contra Kratos na guerra contra deuses e Titãs, mas fica clara sua contribuição na qualidade gráfica de GOW III. Cenários que exaltam toda a beleza mitológica da trama, riqueza de detalhes nos personagens e câmeras que se movem cinematograficamente durante todo o tempo fazem do game um espetáculo visual. A ação contínua e o calor da batalha perfeitos só poderiam tomar forma em GOW III graças a plataforma na qual o jogo roda, explorando bem toda  a potência do PS3.
Regendo essa sinfonia de guerra e caos, encontramos em GOW III uma trilha sonora digna de Orfeu ( filho do deus do sol, Apolo, que segundo a mitologia compunha as mais belas canções ). Cada cenário recebe a música ideal necessária para fazer com que o jogador sinta o clima do ambiente e a ação é toda acentuada por períodos de orquestração. Corais, tambores, cordas e pratos se mesclam com gritos de dor, rugidos, correntes, fogo e o som das lâminas em combate, tudo isso torna a experiência com o game única.
ELEMENTOS BÁSICOS – Se você jogos os outros jogos da série, certamente estará preocupado em perceber o que mudou, o que continua, e mesmo o que é novo em GOW III. Graficamente, os traços dos personagens e criaturas mitológicas estão melhor definidos, e se você notar, os Orbs ( energia que sai dos inimigos quando derrotados ) não possuem mais a cauda como em GOW I e II, elas estão parecidas com as do GOW: Chains Of Olympus para PSP.
Quanto ao arsenal de Kratos, em GOW III veremos armas, poderes e golpes clássicos já vistos nos outros games da série, além de algumas novidades, como novos poderes e objetos. Durante o game o espartano usará basicamente a Blade Of Chaos com seus combos capazes de derrubar exércitos inteiros e as manoplas em formatos de cabeça de leão, chamada Cestus, ideal para despejar toda a força de Kratos em golpes únicos e bem direcionados. Outras armas e utensílios deverão ser usados esporadicamente como o Fire Bow e a Icarus Wings.

Um dos elementos novos que mais merecem destaque é a possibilidade de “montar” alguns inimigos. Algumas áreas só estarão acessíveis se você pegar carona em uma Harpia e, as vezes, judiar de um ciclope irá ajudá-lo a liquidar os inimigos na redondezas. Cada “montaria” trará novas possibilidades de movimentos e utilização do game.
Infelizmente o tempo de vida e a utilização dessas montarias é bem pequeno, pois para fazê-los obedecer, Kratos usa alguns métodos de tortura nada carinhosos.
NOVOS DESAFIOS – Como mostrado nos primeiros trailers do game, Kratos estaria no corpo dos Titãs enquanto eles escalavam o Monte Olimpo. De fato você terá de jogar e enfrentar inimigos enquanto tenta se manter “preso” ao corpo do Titã. Mudanças drásticas de direção conforme os movimentos do gigante farão todo o ambiente mudar repentinamente, mais ou menos como em Shadow Of Colossos, isso traz desafios até então inéditos na série.
Esqueça táticas antigas de derrotar inimigos já conhecidos, em GOW III a inteligência artificial foi muito bem aprimorada, adicionando um grau de dificuldade para os veteranos da saga. Você será atacado de forma imprevisível, cairá em emboscadas e verá inimigos que se defendem muito mais. Para os momentos sem ação, você terá alguns quebra-cabeças para resolver, nada que irá lhe consumir horas e milhares de tentativas. Como nos outros games, eles servem para intercalar a trama e serve pra você usar mais o cérebro que os dedos.
As batalhas contarão com exércitos bem maiores, em algumas ocasiões você terá de combater cerca de 50 inimigos de uma única vez. Outro conceito bem trabalhado no título é a posição de “líder” do exército (como um Ciclope ou um Centauro em cena), você perceberá que os inimigos lutam bem melhor enquanto este líder estiver vivo, a partir do momento que você o matar perceberá que eles ficarão meio “desnorteados”.
O game deverá ainda receber atualizações online, como novos Challenges e conteúdo pago.
“NO FIM, SÓ HAVERÁ CAOS” – Nos previews do game, na demo e pelas imagens que anteciparam o lançamento pela internet já podíamos ter uma idéia do que viria. GOW III supera as expectativas e leva os jogadores além: por ser o desfecho de uma trilogia, o game coloca os jogadores no meio de uma batalha final entre titãs e deuses. O espartano está no centro dessa guerra despejando todo o seu ódio e violência contra Zeus e os outros deuses do Monte Olimpo. Apesar de a história fazer com que essa grande batalha seja a vingança de Kratos contra os deuses, mai s do que isso está em jogo: nada de mais, só o controle do universo. O que se passa antes disso pode ser lido aqui, mas o grande destino desse clássico mitológico fica nas mãos de vocês, e que Zeus não o ajude, porque aqui ele é o inimigo!
FIM DA TRILOGIA, FIM DE KRATOS? – Após saber que GOW III encerraria a trilogia, você deve ter se perguntado: é o fim? A resposta é não, graças a Zeus! O diretor de desenvolvimento de produtos do estúdio Sony, John Hight, anunciou em uma entrevista que GOW III “definitivamente é o fim da trilogia, mas continuaremos a fazer jogos da franquia”.
Era de se esperar que a Sony não iria jogar uma franquia no vaso, dar descarga, assistir seu trabalho de anos rodar, desaparecer e depois partir pra outra coisa. Mas será que o final da “história principal” não representaria “perda” na responsabilidade de lançar outros títulos tão bons quanto os que já foram feitos?
Bom, essa pergunta paira no ar, mas ainda segundo Hight, a produtora está ciente dela: “Teremos cuidado com os próximos títulos, pois não gostaríamos de ver nosso trabalho arruinado”. Pois é, nós também esperamos isso, afinal, de obras arruinadas e mitologia já nos basta as da antiga Grécia.
PERFIL DE UM ANTI-HERÓI: KRATOS:
Altura: 1,90 metros
Peso: 103 kg
Pai: Zeus
Mãe: desconhecida
Q.I.: 158
Ano de Nascimento: Por volta de 1500 a.C.
Personalidade: Obstinado em seus interesses, o espartano não poupa esforços para conseguir o que quer, desde matar inocentes até desafiar deuses. No começo de sua vida, quando era um soldado e capitão a serviço de Esparta, vemos que a ganância é o seu guia. Ao se tornar servo de Ares ele ainda impera, e após assassinar a sua esposa e filha, dois sentimentos passam a persegui-lo pelo resto da vida: culpa e ódio. Através de ódio Kratos busca vingança, mas o sentimento de culpa só os deuses podem retirar através do perdão. Mesmo se tornando o Deus da Guerra, sua mentalidade não muda e o guerreiro continua atrás de seus interesses pessoais, custe o que custar, nem que para isso tenha que descer ao Tártaro, persuadir Titãs e enfrentar todos os deuses incluindo o seu rei e pai Zeus.


*(Edição Publicada na Revista Megagames Playstation nº 34)
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"Eu uso Cheats"



Cheats = O termo é utilizado como gíria por gamers para designar códigos e truques especiais durante o jogo. Pelo fato destes geralmente resultarem em habilidades que beneficiam o jogador ou exibirem revelações do segredo do jogo, são por vezes considerados como trapaça. 

Cheaters = 
são os jogadores que usam os códigos.

Os cheats criados pelas próprias empresas fabricantes do jogo, para proporcionar aos avaliadores do jogo caminhos mais rápidos. Geralmente os cheats são ativados através de um código ou uma sequência de botões (no caso de videogames). Existem alguns tipos de cheating:


Invencibilidade

Super velocidade 

Mira perfeita
 Voar (em jogos que não existe vôo)

Dinheiro infinito
        Os que podem ser considerados o do tipo mais "ilegal": aqueles que se aproveitam de falhas no jogo ou alteram partes dos arquivos do jogo (em alguns casos, adicionando outros arquivos à pasta do mesmo) para oferecer ao jogador vantagens não previstas pelos criadores, também conhecido como exploits. É mais comum visto quando usado em jogos de computador online.

        Hoje em dia é muito fácil configurar a dificuldade na maioria dos games, e mesmo assim não existem mais games tão difíceis como antigamente que pular um centímetro errado resultava em começar tudo de novo do zero, então me respondam por que diabos usar cheat?
Muito simples de responder, hoje em dia nos levamos uma vida tão cheia de complicações e problemas, sejam eles na vida profissional, amorosa, financeira ou familiar. Começando no momento em que saímos de casa para trabalhar ou estudar por ex.: trânsito caótico, pessoas mal humoradas, cansaço, stress.
Quando chega o fim de semana que é o momento de relaxar, tomar umas e outras com a galera ou simplesmente curtir aquele joguinho que você acabou de adquirir, que ao invés de te proporcionar alguma diversão, acaba de gerar um efeito totalmente contrário, ou seja, você fica tão indignado com a dificuldade que alguns deles trazem que acabamos por ficar ainda mais irritados do que de costume.
        Nos games single player, é comum para grande parte dos jogadores ficarem travados em certa parte do jogo sem saber o que fazer, ou porque a fase é difícil pra caralho, ou algum puzzle é muito complicado, ou até mesmo aquele Boss que insiste em não morrer, as pessoas perdem a paciência e recorrem ao famoso Game Shark ( Santo Game Shark  XD ) ou a outro tipo de código inserido diretamente no game, que faz com que o jogado ganhe poderes fenomenais para acabar com inimigos num piscar de olhos ou pular logo de fase.


       Cheat nos games single player até são fáceis de engolir, pois você esta jogando sozinho e não está prejudicando ninguém alem de você mesmo pois vai tirar muito da experiência que o game te propõe que não é se não o desafio de se superar.
Desafios esses que chegam a ser tão grandes e chatos, que acabam por tirar a diversão do jogo, um exemplo clássico é o:


       Não conheço uma criatura que já tenha terminado esse jogo, ele está no topo da lista dos Top 10 games mais difíceis do mundo.
       Mas há ainda pessoas que dizem que usar Cheat é coisa de noob, que é pra fracos, que o bom é terminar o jogo na moral. Então voltamos ao conceito de antes do por que se usar cheat? Em tudo na vida há dois caminhos a se escolher, o mais fácil e o mais difícil, o mais simples e prático e o mais trabalhoso. Fazendo uma pequena analogia com o modo como fazemos nossas tarefas ao longo do dia, suponhamos que você seja um Mangaka ( desenhista de mangás ), qual seria a ferramenta indispensável para o seu trabalho ? Alguns diriam que é o Nanquim, outros diriam que seria a caneta Bico de Pena, outros também diriam que é a Régua Francesa enfim, diversos são os materiais essenciais para se fazer um mangá.
       Digamos que ao chegar em um prédio de 30 andares e queremos subir até o 25º, que caminho seria simples de percorrer, o elevador ou a escada ? ( suponha que o elevador esteja funcionando ), ou pra se copiar um texto da Net com 100 páginas, você digitaria tudo ou simplesmente daria um CTRL C, CTRL V.
       Coisas simples e práticas nos auxiliam nas mais diversas atividades do dia a dia, e nos games isso não muda, uma fase onde demoramos horas para passar ou até dias, podemos fazê-las em questão de minutos, aquele Boss que é Imorrível ( legal né ^_^ ), que sempre está te mandando ir dar uma olhada na tela de GAME OVER, podemos mandar ele pros Quintos dos Infernos. E você ainda diz: “Cadê a graça nisso?”, a graça eu digo que está em passar o jogo, que vai continuar sendo o mesmo, com os mesmos estágios, as mesmas armas, com os mesmos Bosses, só que teremos uma pequena ajuda adicional, indispensável, pois se está lá na programação dos jogo, por que não utilizá-lo?, seria o mesmo que subir até o 25º andar pelas escadas, e qual a diversão em se fuder? Estou fora não sou masoquista.
       Certo dia estava eu jogando uma campanha de NWN e estava quase no fim do módulo, quando tenho de colocar uns itens em uma espécie de altar, só que para a minha surpresa estava faltando um maldito item, revirei todo o inventário e as mochilas de carga e nada de achar o danado do item, daí recorri a um site que mostrava quais os itens eu precisava pra completar a quest e poder passar de fase. E ao encontrar o item que faltava pode lembrar que o Boss que eu havia matado no começo da campanha, não tinha deixado o item pra mim, ou seja se foi um erro do jogo isso eu não vou saber, daí não deu outra, usei o menu de cheat do jogo e fui atrás do item que faltava pra completar a quest, depois de ter jogado por horas eu é que não voltaria TUDO novamente só pra matar o Boss e pegar o item ( isso seria o cúmulo da burrice, vai que o jogo esteja com algum problema justo nessa parte ).
       E pra finalizar o post de hoje, só pra constar o que seria ter “Moral” em um jogo na minha opinião.
Primeiramente veremos o que é Moral na gíria dos Gamers: passar uma fase, um Boss, terminar um jogo, sem uso de artifícios ( cheats ), ou seja passar na raça.

       Pois bem vamos lá, você está em uma roda de amigos conversando sobre determinado jogo, quando você fala, pow velho não estou conseguindo passar daquele Boss Filho da Puta, faz uma semana que estou “mofando” nele aí um dos seus amigos só pra sacanear diz: ahhhhh tu é muito noob, é muito fácil passar dele, e você pergunta quanto tempo ele passou pra matar o Boss e o sujeito responde demorei dois meses upando o meu char e passei na moral jogando no Hard.
       Bem isso pra mim não chega a ser um ato de alguém que bata no peito e venha dizer que tenha “Moral”, então o que seria essa moral na minha opinião? Zerar um jogo todo mundo zera, zerar no difícil também, pois quantos na sua rua, no seu bairro ou até na sua cidade fizeram coisa parecida?. Por ex.: zerar Sonic com todas as esmeraldas em 3 meses, até aí não vejo grande coisa.
       Então o que eu acho é o seguinte, pra ter moral o sujeito precisa ter alguns requisitos como:
  • ·         Fazer algo que só ele consegue.
  • ·         Fazer algo que nunca foi feito por ninguém.
  • ·         Ser o primeiro a ter feito  

       No caso de Sonic, pro cara ser “Fodão” de verdade ele na minha opinião deve:
  • ·         Zerar sem perder nenhuma vida ou continue ( coletando as esmeraldas ).
  • ·         Terminar as fases em tempo abaixo do Record.
  • ·         Zerar em poucas horas.

Deixo aqui uns pequenos desafios pra quem quiser se aventurar XD:
Metal Gear Solid 3: Snake Eater Codename Rank

Codename Rank: Foxhound
 
Difficulty: Extreme
 
Requirements
 
Special Item: No Use
Alert Mode: 0 times
Damage: -10 life bars
Kills: 0 humans
Saves: -25 saves
Continues: 0 continues
LF Med: 0 uses
Play Time: -5:00 hours
 
Castlevania: Order Of Ecclesia


Requirements
 
Special Item: Get All The Special Items
Potions and healing items: No Use
Damage: 0 Damage
Kills: All Monsters
Saves: No saves
Continues: 0 continues
Magical Ticket: No Use
Play Time: -5:00 hours







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Minha vida não é mais a mesma depois da informática!!


É indiscutível que a internet trouxe uma série de avanços e benefícios à nossa sociedade. Contudo, este avanço trouxe também sérios problemas, tanto na área criminal, quanto na área emocional.
Junto com a comodidade, facilidade, baixo custo e velocidade de comunicação, surgiram os crimes virtuais a bancos, um grande aumento de idéias nazistas e pedofilia, e também, porém menos percebido e comentado, problemas no comportamento social, como relacionamento e administração do tempo. É necessário, no mínimo, reconhecermos e dar maior atenção a estes distúrbios.
Segundo um estudo divulgado pela empresa comScore Networks na semana passada, cerca de 694 milhões de pessoas usam a internet em todo o mundo. A pesquisa coloca o Brasil em 11º lugar entre as nações com maior quantidade de internautas: o país tem 13,2 milhões de usuários com mais de 15 anos. Segundo a comScore, a quantidade de internautas em todo o mundo representa 14% da população global com idade superior a 15 anos. 

Os usuários de internet são, em sua esmagadora maioria, jovens e adolescentes. Idade que em se deve investir tempo em estudos e relacionamentos, a fim de desenvolverem-se pessoal e profissionalmente. As estatísticas provam que as pessoas passam cada vez mais horas diárias em frente a um computador, quase sempre conectado a internet.
O resultado disso são jovens que deixam de sair de casa nos fins de semana, deixam de sair com suas turmas, namorar, para ficarem em casa na frente de um computador, conversando e traçando amizade com pessoas que muitas vezes nunca chegarão a conhecer pessoalmente. Não que isto seja errado, mas não deveria nunca substituir os relacionamentos corpo-a-corpo que podemos cultivar quando fazemos um simples passeio num shopping ou a praia.

O Vício de Internet tem gerado pessoas com problemas de comunicação, relacionamento, timidez e afetividade. Namoros e até casamentos têm sido destruídos por este vício. Além disso, é importante ressaltar a freqüência com que as pessoas mentem pela internet. Você pode estar conversando há meses com uma pessoa até descobrir que nem o sexo dela era verdadeiro.

Enfim, não sejamos contra a internet, afinal, o que precisamos é saber administrar melhor o tempo em que passamos conectados, e saber filtrar o trigo do joio. Use a internet, mas não deixe ela dominar você!


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Berserk Mangá 66


Berserk é o título de um mangá, que posteriormente foi adaptado como anime, criado em 1988. Trata da história de Gatts, uma personagem incomum em uma espécie de Terra alternativa, de aspectos medievais. O tema pretende evidenciar a natureza humana de forma crua e extremada. O anime retrata apenas a primeira metade do mangá. Apesar deste ser considerado violento, o mangá vai ainda mais fundo em situações não recomendadas para menores.
Gatts é um homem que cresceu no campo de batalha. Sua vida foi cheia de desgraças desde seu nascimento, quando a mulher do comandante de um tropa mercenária o encontrou ainda criança no chão, abaixo do cadáver de sua mãe enforcada. Tendo recentemente perdido um bebê, e ainda carregando o trauma por tal fato, a mulher, chamada Sissi, adota o menino, apesar da oposição dos homens da tropa, que acreditam tratar-se de mau agouro. Seis anos depois, Sissi morre vítima da praga, e Gatts passa a ser criado pelo líder dos mercenários, Gambino. Este homem trata Gatts de forma rigorosa e violenta. Ao mesmo tempo em que forja seu espírito e o prepara para a vida de agruras de um "soldado da fortuna", Gambino também extravasa seu ressentimento devido à morte da mulher. Nesta época ele desenvolve uma característica marcante: o uso de espadas enormes. Isto porque, não havendo armas menores para o menino, ele é obrigado a lutar usando espadas normais, mas que são pesadas para seu tamanho. À medida em que cresce, o garoto irá aumentar gradativamente o tamanho da lâmina de suas armas, até chegar à devastadora Dragon Slayer, um maçico de ferro do tamanho de um homem adulto.
 Recentemente eu adquiri esse Vol. e para a minha surpresa, o e-mail que eu mandei pra redação é o 1º da lista \O/.
Pra quem coleciona o mangá como eu pode conferir lá, a resposta a minha pergunta que foi sobre uma possível continuação do anime ou animê veio com um link bem interessante:http://www.younganimal.com/berserk/cm/index.html
Nele você pode conferir o vídeo com imagens inéditas. 
 
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1001 discos para ouvir antes de morrer
Nesse link tem vários discos para download dos mais variados gêneros:
http://nobrasil.org/1001-discos-para-ouvir-antes-de-morrer/
Obs.: Na minha opinião faltou algumas bandas de Reggae como Groundation por ex. Banda essa que curto muito e já fui pra vários shows, recomendo mesmo.
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